Dar de Mamar Por Muito Tempo Aumenta Risco de Obesidade Infantil

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Bebês que são alimentados por mamadeira até os dois anos de idade têm mais chances de serem obesas aos cinco anos e meio. Os pesquisadores acreditam que a mamadeira pode levar os bebês a consumirem muitas calorias. Eles sugerem que os pais devem ser encorajados a parar de usar a mamadeira no primeiro aniversário da criança, devido ao risco de superalimentar a criança.

A fim de identificar comportamentos de risco de obesidade que possam ser alterados sem causar danos, os investigadores estudaram 6.750 crianças nos Estados Unidos a fim de examinar a relação entre uso de mamadeira de longo prazo e aumento das taxas de obesidade infantil. As descobertas foram publicadas no jornal Pediatrics.

Os investigadores descrevem “dar mamadeira por um longo prazo” como a utilização da mamadeira além dos 12 a 14 meses de idade, quer em conjunto com as refeições, ir para a cama com mamadeira contendo algo além de água, ou ambos. Dar mamadeira a longo prazo, especialmente quando usado como um mecanismo de conforto, em vez de saciar a fome física, pode levar a criança a consumir muitas calorias, mais do que o necessário para uma boa nutrição. A mamadeira em longo prazo (com alguma coisa, menos água) também tem sido associada com a cárie dentária.

O estudo revelou que entre as crianças estudadas, 22,9% dos usuários de mamadeira a longo prazo foram considerados obesos, comparados com 16,1% dos que tinham desistido dela. O uso de mamadeira de longo prazo foi associado com aumento das taxas de obesidade nos cinco anos de idade e meio, mesmo variáveis ​​como obesidade e tabagismo materno, amamentação, características sociodemográficas, alimentos sólidos, peso de nascimento, etc, foram tidos em conta.

Os autores do estudo concluem que “Aconselhar os pais a evitar o uso da mamadeira após o primeiro aniversário da criança é pouco provável que cause lesões e pode prevenir a obesidade, juntamente com outros problemas de saúde”.

The study was authored by Rachel A. Gooze, MPH, Sarah E. Anderson, PhD, and Robert C. Whitaker, MD, MPH, using data collected in the Early Childhood Longitudinal Study, Birth Cohort (ECLS-B).

O estudo é da autoria de Raquel A. Gooze, MPH; Sarah E. Anderson, PhD; e Robert C. Whitaker, MD, MPH; usando dados coletados no Estudo Longitudinal da Primeira Infância, Coorte de nascimentos (ECLS-B, na sigla em inglês).

Fonte: Family Health Guide

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